A cada dia que passa fica mais evidente a podridão da grande mídia e dos seus meios de comunicação. Existe no entanto outra coisa que está em estado de putrefação: a cultura brasileira.

É um ciclo vicioso: a mídia envenena a cabeça do brasileiro, e o brasileiro cria o ambiente para ser mais envenenado pela mídia. A esquerda que vem executando com maestria, há décadas, seu plano de dominação cultural inspirados nos escritos da Escola de Frankfurt e de Antônio Gramisci.

O site UOL noticiou hoje que Marcola e demais presos se recusam a tomar banho de sol sem solidariedade a colega preso que está em greve de fome. O dito colega se chama José Muller Júnior, conhecido também, carinhosamente, como o Granada (integrante do PCC). Ele está em greve de fome há dez dias na penitenciária em Brasília.

Outros detentos se solidarizaram com ele e reivindicam o retorno das visitas ou pelo menos visitas virtuais, querem também o atendimento semanal com os advogados no parlatório da unidade prisional.

Todas as visitas foram suspensas em função do vírus chinês, por ordem do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

O impressionante é ver que os presos exigem seus “direitos”. Que direito existe em matar? Que direito existem em roubar ou cometer uma violação sexual? O plano da esquerda funcionou: inverteram a lógica social. Hoje, as vítimas da sociedades são os presos e nós os bandidos. Não é à toa que no filme Carandiru os presos são todos santos, poetas, bem humorados e cheios de honra… Será que ninguém percebe o que a esquerda vem fazendo com a cultura brasileira?

Pois se os presos quisessem ver suas famílias e amigos, deveriam seguir o conselho do presidente Bolsonaro: “É só não matar, não roubar, que você não vai para lá!

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