O célebre dito de Johann Goethe nunca se fez tão presente como nos dias de hoje. No Brasil de 2020, vemos o Supremo Tribunal Federal completamente desconectado da realidade e da democracia: soltam bandidos e prendem cidadãos de bem, acobertam políticos suspeitos de corrupção e atacam a liberdade de expressão, impedem o chefe do Executivo de governar e de agir nas questões de Estado, que competem única e exclusivamente a ele, entre outras coisas revoltantes…

Vemos deputados e senadores aumentando o fundo partidário contra a vontade da população, observamos os vetos dos vetos presidenciais, escutamos todos os dias sobre a criação de leis absurdas e projetos de emenda constitucional, que transformam a carta magna da nação em um autêntico Frankenstein legislativo.

Vemos governadores e prefeitos faturando em esquemas de corrupção em plena epidemia, enquanto acabam com a liberdade e o emprego de milhões de brasileiros. E no fim de tudo, a culpa e as contas caem no colo do presidente.

Vemos militares positivistas aplaudirem pautas que vão contra o eleitorado, que pôs na cadeira do executivo, o primeiro presidente conservador da história republicana. Vemos esses mesmos militares complexados, se preocuparem mais com seu corporativismo militar do que com a ajuda das duas maiores potências do Ocidente: os Estados Unidos da América e o Reino Unido.

Observamos ainda, na área da diplomacia, verdadeiras afrontas aos brasileiros e aos seus costumes por parte dos embaixadores da ditadura chinesa e da venezuelana. Nos últimos dias, escutamos para nosso espanto, acusações graves de espionagem por parte da Embaixada da Coréia do Norte. Essa bomba diplomática pode ter ligação com o advogado do Partido dos Trabalhadores, o partido mais corrupto da história da humanidade, gerando assim outra bomba na Segurança Nacional.

Falando em explosivos, somos bombardeados diariamente por notícias calamitosas da grande mídia que não se cansa de criticar o presidente e prever o caos social em tom apocalíptico. Essa mesma mídia perversa, que não é capaz de passar uma semana sequer sem exaltar-se, ofende e agride a moral, a inteligência e os bons costumes das famílias brasileiras.

Vemos nossos filhos e filhas serem doutrinados todos os dias em escolas e universidades sustentadas com o suado dinheiro do contribuinte. Vemos também, para nosso desgosto, as crianças e jovens brasileiros tirarem as piores notas do mundo.

Vemos atores e atrizes, cantor que se denomina mulher e youtuber que se diz foca de cabelo pintado, envenenarem as cabeças de milhões de crianças, todo o tempo e em todos os lugares.

Por onde se olhe, parece não haver nenhuma possibilidade de calmaria e a frase “Ordem e Progresso” de nossa bandeira mais parece sadismo cultural, que um desejo nacional.

A pregunta que nos vem à mente é: “Mas o que EU fazer?”. A resposta não é fácil de se dar e a solução é ainda mais difícil do que se gostaria. Estamos falando de mais de um século de sequestro das instituições que “representam” o povo, e um declínio cultural que leva mais de meio século.

O livro “A Arte da Guerra” nos ensina uma valiosa lição: “se um exército chega pela noite com muitas fogueiras e tochas, espere pela manhã para ver melhor. Não se desespere, nem se entregue, pois pode ser que seja um número reduzido se passando por um exército gigante”. O Brasileiro deve fazer o que esse livro, ironicamente usado e melhorado várias vezes pela ditadura Chinesa, nos ensina: “Conheça o adversário para poder lutar com ele”.

E aqui entramos na famosa sentença de Johann Goethe: “É urgente ter paciência”. Paciência para estudar os inimigos da nação, estudar e conhecer as áreas de guerra e estudar sobretudo os meios de vencer essa batalha.

O Brasil tem jeito, só precisa de paciência.

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