Temos que proteger nossas crianças

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“Quando você ensina alguma coisa para uma criança, lhe tira para sempre a oportunidade de descobrir por conta própria”

Essa frase foi escrita por Jean Piaget, um suíço do séc XX que criou um campo de de investigação chamada epistemologia genética, ao qual abrange o conhecimento centrado no desenvolvimento natural da criança; se tornando assim, um dos maiores intelectuais sobre o estudo da infância.

Tal estudo mostra o que é obvio mesmo 40 anos após sua morte, na infância se desenvolve o imaginário, se estimula o lúdico, ao qual possui grande responsabilidade na formação do indivíduo, do cidadão ativo e participante da sociedade, pois transmite valores, regras, atitudes, dentre outros que são essenciais e os quais serão lembrados e utilizados por toda a vida.

Após tal breve analise, por qual motivo, por qual intenção, uma agenda progressista tem de forma escancarada tentado roubar a inocência de nossas crianças, relativizando a nudez, o sexo, a sexualidade, a depravação, a vulgaridade, como sendo escolhas naturais a serem vividas por seres humanos que se quer chegaram ao colegial?

Em que momento o mundo passou de abrigo para um campo de guerra?

Onde professores que deveriam se preocupar em formar cidadãos pensantes e melhores preparados para os desafios do futuro ostentam com orgulho cartazes escrito “nós iremos falar sobre ideologia de gênero para seus filhos”; então eu pergunto, o que é mais importante, uma criança aos 12 anos se definir trans-bi-cis e etc ou conseguir ler um livro de 20 paginas e tecer uma resenha contundente daquilo que foi lido?

Vemos a agenda LGBT sendo introduzida de forma violenta na mente das crianças com a desculpa de “não gerar potenciais adultos preconceituosos”, porem, não vemos um dinâmica hetera desesperada em introduzir a família tradicional afim de não vê-la banalizada; porque não temos medo de vê-la perdida? Não! Porque respeitamos o potencial a ser introduzido e aprendido a cada idade.

Estamos falando de livros infantis com temática LGBT, influenciadores estimulando a sexualidade em revistas e vídeos, uma serie que conta a historia de um garoto trans de 9 anos. QUAL O INTUITO DISSO?

Porque induzir nossas crianças a questionar sua própria sexualidade quando os mesmo deveriam estar preocupados em interpretar um texto ou decorar uma tabuada?

É desesperador, como mãe, tentar proteger um filho de todas essas tentativas de invadir sua inocência de diversas formas, seja na escola com professores completamente doutrinados, na televisão com simples programas infantis como a própria Disney ou em canais que se dizem infantis mas direta ou indiretamente induzem o pensamento de nossas crianças as situações mais sórdidas possíveis.

Tivemos o próprio MPF, assinado por Debora Duprat, defendendo a completa irresponsabilidade de pais que permitiram seus filhos crianças a serem expostos a um homem adulto nu em uma dita “performance artística”. Definitivamente, esse não é o novo normal que eu quero para o futuro das nossas crianças.

Não precisamos de ideologia de gênero, precisamos de português, matemática, idiomas, historia, geografia, biologia; essas são as matérias que fazem um adolescente sair da escola preparado para um vestibular, para um intercambio ou para o mercado de trabalho.

Não deveria ser uma surpresa ver a colocação do Brasil no índice PISA – Programa Internacional de Avaliação de Estudantes. Tal índice mensura o desempenho dos alunos de 15 anos de 79 países, onde o Brasil ocupa posição entre os 20 piores países.

É de envergonhar uma classificação deste nível e ainda ter que se deparar com discussões sobre a importância de discutir a agenda LGBTQ+ ao invés de, de fato, focar no que vai transformar a criança em um adulto apto para o mundo.

Vai chegar o momento em que, sozinho, o então não mais criança, se guiara pela sua própria orientação sexual e assim, decidira aquilo que representa sua sexualidade. Sem cobranças, sem imposições, sem pressão social.

Continuaremos vivemos como na Revolução Francesa? Onde Rousseau julgava errado ensinar a ética e moral dentro das escola uma vez que não era praticada pelos adultos, Sendo assim estes hipócritas? Será mais inteligente então, aceitar a degradação humana e passar a dividir com as nossas crianças comportamentos completamente inadequados para suprir uma agenda que esta desesperada em corroer o cérebro das crianças de hoje, para assim, garantir futuros humanos idiotizados e maleáveis as imoralidades que certamente irão piorar?

Sendo assim, faço coro a deputada estadual Rosane Felix, presidente da Comissão dos Direitos da Criança, Adolescente e Idoso na ALERJ quando diz “DEIXEM AS CRIANÇAS EM PAZ”.

@br_nathaliapa

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