O Grande Encontro Verde e Amarelo

Resumo rápido de como o Brasil se reencontrou no conservadorismo.

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Quando as manifestações de 2013 se avolumaram ninguém imaginou que ali estava o estopim que se desdobraria para uma grande transformação social e política no Brasil. Aquelas manifestações foram reprimidas pelos Black Blocs, mas a reeleição de Dilma Rousseff e o avanço da Operação Lava Jato reacenderam aquelas chamas.

Aos poucos, a situação política foi ganhando campo nos lares, bares, escolas e empresas. Comentários do tipo: “conhecemos os onze ministros do supremo e não sabemos mais qual a escalação da seleção”, sinalizavam o novo rumo que o país iria trilhar.

De início, todas as correntes antipetistas se levantaram do mesmo lado, criando uma onda que quase elegeu Aécio Neves em 2014, este grupo permaneceu unido nos movimentos pelo impeachment da então Presidente Dilma. Neste período, ainda estávamos aprendendo a reconhecer o posicionamento direita e esquerda no espectro político. Quando surge no horizonte alguém muito mais interconectado aos nossos anseios. A maioria de nós não sabia que ele estava intimamente vinculado a nós pela via do conservadorismo, que não se trata uma ideologia política, mas um modo de ver e pautar a vida.

A consciência de que somos uma nação conservadora é consequência deste processo único, histórico e feliz. Temos um Presidente conservador, um intelectual que previu, pautou e influenciou este processo, que é o Prof. Olavo de Carvalho, além de inúmeros formadores de opinião cujos meios de comunicação (youtube, tweeter e outros), crescem sem parar.

Para o desespero do sistema que reinava de forma absoluta no Brasil, o grande encontro já aconteceu. Engana-se quem defende que o vínculo entre a maioria dos brasileiros com o Presidente Bolsonaro é apenas eleitoral, este vínculo é de sentimentos. Por causa disso é que venceremos.

Roberto Silva – Consultor de Empresas

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