Liberdade, palavra tão difícil de explicar mas tão fácil de entender. O homem desde sempre vem procurando entender o que de fato é a liberdade, suas aplicações e limites.

Desde a revolução francesa, não houve ideia mais defendida do que a liberdade. Estranhamente a mesma esquerda revolucionária que gritou por liberdade na França foi a que decapitou milhares de pessoas e subjulgou outras milhares.

Para a esquerda revolucionária (PT, PCB, PCdoB, PSOL…) a liberdade não nasce com o Homem, ela é adquirida, mas ao mesmo tempo defende que o homem tem direitos. Eles não conseguem entender que só se luta por direitos quem tem alguma liberdade. Não entendem também que lutar por direitos não é o mesmo que lutar por leis.

A liberdade pode inclusive lutar para não existir tantas leis… Em suma, essa liberdade não existe nem na teoria, muito menos na prática, pois, uma liberdade igualitária não pode ser liberdade uma vez que ninguém é igual. Pessoas não comem o mesmo nem na mesma quantidade, não podem morar em casas iguais pois não têm familias iguais….

Para a esquerda revolucionária só são livres os que não discordam deles. Mas  o pior é que para que essa tal “liberdade” funcione deve existir um estado que diga o que é essa liberdade. Porém, para que exista um estado regulador das liberdades, deve existir alguém muito mais livre ao ponto de restringir a liberdade dos cidadãos:

“Tu és livre e tens o direito de abortar, mas não és livre para portar uma arma e defenter tua família”.

“Tu és livre para comprar drogas, mas não para tomar cloroquina”.

“Tu és livre para trabalhar, mas não para decidir como trabalhar”.

“És livre para educar teu filho contanto que seja em uma escola e não em casa”.

“És livre para pensar e pedir outras formas políticas de governo e de estado, desde que sejam as que nós dissermos que são boas”

“És livre para manifestar a tua opinião mas que não seja contra as autoridades do STF”.

“És livre para votar em um deputado, mas não podes cobrá-lo nem processá-lo, pois ele tem privilégios (que diga-se de passagem é mais livre que os próprios cidadãos que lhe deram poder)

Os exemplos de “liberdade” concedida pelo estado são infinitos. A liberdade da esquerda revolucionária não passa de umas algemas apertadas que todo cidadão tem “direito” de usar.

A pergunta que me faço é: quando de fato seremos livres de uma falsa liberdade?

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