É possível sequestrar o Brasil?

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A pergunta pode parecer estranha a primeira vista, mas a resposta é assustadoramente, sim. Em 1711 os franceses encantados com o Brasil, e revoltados com a morte de um almirante de sua esquadra, sequestraram a cidade do Rio de Janeiro. A população ainda conseguiu se levantar contra a opressão do inimigo estrangeiro em 1710, sobretudo com a ajuda dos jesuítas, mas não conseguiu suportar a força da segunda “visita”. Os inimigos exigiram uma quantia enorme de dinheiro, de açúcar e de bois para libertarem a cidade. E os brasileiros, juntamente com a coroa portuguesa não tiveram outra opção senão pagar tudo para recuperar a cidade e a liberdade de volta.

Hoje o que sabemos é que essa “expedição” foi financiada por nobres franceses e que a França sempre quis ter parte no império dos trópicos, como ficou conhecido o Brasil anos depois. Mas a França não foi a única a tentar usufruir das riquezas, da geografia, do clima vantajoso e do solo fértil seja para o cultivo de alimentos ou para a extração de minérios.

Séculos depois, o Brasil se depara com uma outra invasão. Porém essa invasão foi silenciosa e incomparavelmente mais brutal que a primeira. O partido comunista, que é uma associação internacional, nunca escondeu o seu interesse no Brasil. Este país continua sendo uma potência adormecida, como ainda dizem os europeus. A maior força que se encontra no cenário político internacional nos dias de hoje é o partido comunista chinês, sem sombra de dúvida.

E por mais trágico que possa parecer, o inimigo que outrora encontrava resistência do povo, hoje conta com o apoio de seus líderes para despojar o Brasil. Nos eventos de 1710 e 1711 o povo se voltou contra o seu inimigo mas o governador fugiu covardemente da batalha, hoje a situação é bem mais caótica, pois vemos que os governadores se aliam com a esquerda internacional contra sua própria gente.

E é por isso que a direita deve crescer o mias rápido possível e deixar as diferenças de lado como: católicos e evangélicos, conservadores e liberais, republicanos e monarquistas… hoje temos um inimigo comum que tira vantagens táticas das divisões internas da direita. Um dos poucos homens que observou todo o cenário político e mapeou a guerra contra o brasileiro é conhecido como presidente Jair Bolsonaro. Ele, tal como o rei português preocupado com o povo que atuou para acabar com o sequestro do Rio de Janeiro, atua por muitas vezes em silêncio para acabar com o domínio da esquerda sobre o brasileiro, seja esse domínio intelectual, ideológico, financeiro, legislativo, político, jurídico ou cultural.

    Quem odeia a atuação do presidente, se coloca em uma das duas opções: ou não entende absolutamente nada do cenário bélico pelo qual passamos ou, o que é pior, luta com os inimigos para a destrtruIção do Brasil

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