Militamos porque amamos o Brasil e não porque somos pagos

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Militamos porque amamos o Brasil e não porque somos pagos
Reprodução: Google

No meio das polêmicas envolvendo o inquérito das “fake news” e da investigação de suposto financiamento para manifestações de apoio ao governo Bolsonaro em Brasília, uma coisa parece estar muito clara: a oposição e até mesmo alguns ministros do STF parecem não entender o que é militância política voluntária!

Eles acreditam que há uma legião de pessoas sendo financiada para atacar adversários. Não sabemos até que ponto essa ideia não passa de pura ignorância quanto à realidade do país, ou se foi criada mesmo com a intenção de servir como justificativa para perseguir os apoiadores do governo.

A verdade, porém, é que existe sim uma militância pró-Bolsonaro, mas ela é 100% voluntária, sem qualquer financiamento público ou privado por meios ilegais. Se tratam de pessoas reais que utilizam parte do seu dia-a-dia para lutar pelo que acreditam, e isso por amor ao Brasil.

Essa militância é o que os adversários de Bolsonaro tentam taxar de “gabinete do ódio” e criminalizar chamando de “quadrilha” ou “milícias virtuais”. Todos esses termos são nada mais do que adjetivos inventados para criar uma falsa imagem da realidade: a de que o presidente possui aliados fiéis ao seu lado!

Quem luta por amor ao Brasil, por outro lado, não compactua com crimes de ameaça. Não faz parte da identidade de pessoas sérias, comprometidas com os valores conservadores e democráticos, ameaçar adversários, agredi-los ou qualquer outra coisa dessa natureza que viole o Código Penal Brasileiro.

Não concordamos com incitações à violência contra quem quer que seja, mas também não concordamos em calar a nossa voz e o nosso direito de criticar, quem quer que seja, para ter que agradar a uns poucos que se sentem “iluminados” e intocáveis.

O nosso papel é exercer a cidadania de forma civilizada e isso inclui decidir militar em prol do que acreditamos. É isso o que fazemos e é o que iremos continuar defendendo, afinal, estamos ou não em um Estado Democrático de Direito?

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